



Atendimento especializado para avaliação de nódulos e lesões, diagnóstico precoce do câncer, planejamento terapêutico, acompanhamento durante o tratamento e seguimento a longo prazo.
Atuação em cirurgias oncológicas de tecidos moles, cirurgias reconstrutivas e casos complexos.
Técnica utilizada como tratamento único ou auxiliar à cirurgia oncológica para controle local de tumores. Consiste em combinar quimioterápico e pulsos elétricos, potencializando a ação do quimioterápico no local da lesão e contribuindo para melhores resultados.
Elaboração e acompanhamento de protocolos quimioterápicos personalizados, com objetivo de ocasionar a morte de células cancerígenas e com monitoramento de efeitos adversos e foco no bem-estar do paciente.
Movida pelo compromisso de oferecer o melhor cuidado possível, dedicou-se intensamente à formação na área, realizando especialização em oncologia veterinária, além de diversos cursos e treinamentos em oncologia clínica, cirurgia reconstrutiva e eletroquimioterapia. Sua atuação é sempre pautada na individualidade de cada caso, buscando estratégias terapêuticas personalizadas e baseadas em evidência científica.
Mais do que conhecimento técnico, a Dra. Cristiana acredita que o tratamento oncológico exige empatia, sensibilidade e uma relação de confiança com o tutor. O carinho com os animais, a escuta atenta e a comunicação clara fazem parte do seu cuidado diário, fortalecendo vínculos e contribuindo para um tratamento mais eficaz.
Não. Nem todo paciente oncológico precisa de quimioterapia. Em alguns casos, a cirurgia isolada é suficiente. A indicação da quimioterapia depende do tipo de tumor, do estágio da doença e das condições individuais de cada pet.
Na oncologia veterinária, a quimioterapia é planejada com foco na qualidade de vida. A maioria dos pacientes tolera bem o tratamento, e os efeitos colaterais costumam ser leves e controláveis.
Sim, em muitos casos o câncer pode ter cura, dependendo do tipo do tumor, do estágio da doença e da resposta ao tratamento. Há situações em que a cirurgia pode levar à cura, enquanto em outras é necessário associar tratamentos como a quimioterapia. O mais importante é entender que nem todo câncer é igual, e cada paciente precisa de uma avaliação individualizada.
O controle da dor é sempre uma prioridade. Todo plano terapêutico é elaborado visando conforto, bem-estar e manejo adequado da dor, quando necessário.